domingo, 17 de janeiro de 2010

Carnal

Que me devore.
Ai! Que me afundo em ti
E não retorno
Altera-me, tira-me a paz.
- Tira minha paz!
O que faço com essa espera horas?
O que faço com essa vontade do seu?
Suplico, me entrego:
- Vem logo!
Que me perco,
Consumo-te
Acabo-me realizada
Insana, espero
E você engole
Todo o resto de esperança
Sbae o que faz, manipula-me
- Manipula-me!
Quer-me louca
Sem pensar
Não me toca
Tortura-me com esses olhos
Guloso me come
- Me come!
E se vem as mãos
Esqueço-me
É só você
Eu dentro de você
Te como
Te respiro
Perco o sentido
A eternidade do momento
Que não é tempo
Todo resto é tédio
Não posso nem te dizer
Quando estou contigo
Calo.

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