Tantas mãos e uma falta assim feito buraco fundo que me engole de volta aos olhos verdes cheios de infinito. O suor da pele vem se misturar ao cheiro que ficou na memória tanto suor e o sexo rijo que se confunde com o olhar fixo que diz as palavras esquecidas pela mente interrompidas na garganta.
Um estranho velho conhecido que queria esmagar com caricias a carne lânguida entregue a tantos dedos que queriam e entravam sem pressa sem hesitação nos cantos de prazer eterno e eternizavam não só o prazer, mas as verdades do prazer. E arrasta sem culpa numa ausência de olhos pretos que se confundem aos outros olhos e se cansam de olhar pra dentro e vem buscar cá fora num corpo desprovido de abstrato repleto de vontades de se afundar em tantos olhos que não dizem, não sentem, engolem aos poucos tanta sensação do infinito.
Ao estranho P que não é um nome, não é uma palavra de tão abstrato é um momento que eterniza na memória que sente ausência de tanta presença.
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