
Houve um dia em que as respirações cessaram. Cada ser vivo em sua vida interrompida, deixando a existência que escorria feito o oxigênio esvaído.
O tempo inalterado seguia corroendo as horas, os segundo insensíveis insistiam no seu ritmo perfeito.
Cada sonho estancado. Um pensamento, a palavra, os gritos, o gozo, um espirro, interrompidos no meio do caminho. Suspensas no infinito as emoções que não existiram, dissipavam-se lentamente.
O silencio grande tornou-se o único ruído.
Do nada inconcebível, o caos discretamente surgiu por entre as frestas inconscientes.
Dada a inércia constante da existência, surgia o movimento do interno abstrato.
Cada pedaço imóvel tornou-se o caos infinito de toda matéria possível.
Fragmentados os instantes, perpetuou-se o sentido de não ser.
Todos os conceitos evacuados, livres da obrigação de ser.
Veio como o nada que sempre existiu.
Sem manifestar sua existência.
O tempo inalterado seguia corroendo as horas, os segundo insensíveis insistiam no seu ritmo perfeito.
Cada sonho estancado. Um pensamento, a palavra, os gritos, o gozo, um espirro, interrompidos no meio do caminho. Suspensas no infinito as emoções que não existiram, dissipavam-se lentamente.
O silencio grande tornou-se o único ruído.
Do nada inconcebível, o caos discretamente surgiu por entre as frestas inconscientes.
Dada a inércia constante da existência, surgia o movimento do interno abstrato.
Cada pedaço imóvel tornou-se o caos infinito de toda matéria possível.
Fragmentados os instantes, perpetuou-se o sentido de não ser.
Todos os conceitos evacuados, livres da obrigação de ser.
Veio como o nada que sempre existiu.
Sem manifestar sua existência.
Nenhum comentário:
Postar um comentário