Ah!, que não resisto e me entrego lânguida a necessidade que me toma de provar todos os gostos das gentes, da cidade asfalto, crianças e cachorros, rostos pretos, gotas de suor, roupa colorida.
E com todos, tantos dedos, todos os membros dedos necessários, utensílios de sentir mais umas sensações desconhecidas que me extasiam, derretendo minha mente deixando apenas o gosto agridoce do sentir.
Lambendo os pelos e as peles, sentindo no dente a textura da carne....
Dentro, nos olhos, a imagem da chuva que cai derretida, as nuvens se movendo com quem brinca de ciranda,os galhos, tantos galhos e folhas dançando com a música do vento...
Inicia dentro, no coração, a sensação do infinito!
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